Desta vez, venho pedir a vossa ajuda para um trabalho que estamos a levar a cabo (MBU) que pretende mostrar parte (significativa) da nossa realidade no mercado de trabalho, nas empresas para as quais trabalhamos ou com as quais colaboramos.

Este estudo vem na sequência das matérias com as quais tenho trabalhado ultimamente e que têm directamente a ver com a optimização de equipas de trabalho e todas as decisões que envolvem a contratação, a mudança de pessoas de posto de trabalho, ou a constituição de grupos e redes sociais dentro das organizações.

Como sabemos, normalmente, estas decisões são tomadas pelos gestores responsáveis, baseadas na sua intuitividade e em informação pessoal (comportamental) e técnica, na experiência (do decisor e na percepção que têm do candidato ou sua avaliação interna, caso exista) e nas suas recomendações passadas, havendo, normalmente, pouca informação qualitativa ou na maioria dos casos pouco fiável  sobre critérios que influenciam directamente, e a uma grande escala a sua produtividade individual e consequentemente a da equipa em que está inserido: “o posto de trabalho ideal” para determinado indivíduo, os traços de liderança desse perfil, como se comporta em situações de stress ou quais as debilidades ou situações desconfortáveis com as quais normalmente se depara, são outputs da metodologia. O modelo de trabalho que utilizamos na MBU, quer para as nossas equipas, quer para as equipas dos nossos clientes, estão baseados na fiabilidade estatística de um questionário que executamos individualmente (comportamental), mas acima de tudo pela forma como se relacionam 16 perfis, através de 14 tipos de relacinamento distintos. A fiabilidade individual do perfil e a interação psicológica com os restante 15 perfis, entre as 4 funções do cérebro de 1 indivíduo (2 conscientes e 2 subconscientes), permite-nos “linkar” directamente relacionamentos entre colaboradores e produtividade a partir da inclusão do valor do salário pago a cada uma das pessoas que constitui determinado grupo.

Temos então a capacidade técnica e conhecimento que nos permite calcular quanto dinheiro é gasto pela organização para que determinada equipa funcione no melhor das suas capacidades, pressuposto sempre presente quando juntamos um grupo de pessoas em torno de determinado objectivo. Neste trabalho, não tratamos de colocar pessoas em “caixinhas”. É um trabalho incrível que permite perceber e ter uma primeira conversa com as principais característivas de determinada pessoa ou de um grupo de trabalho, com o único objectivo de melhoria de equipas como um todo. Neste modelo não existem bons ou maus perfis. Existem perfis que se enquadram mais facilmente ou mais dificilmente em determinada equipa de trabalho.
Pedia então a vossa ajuda no preenchimento deste questionário, e o favor de o partilharem com os vossos contactos. Por um lado sabemos que esta temática está mais relacionada com as pessoas que têm responsabilidades directas sobre a gestão de pessoas, mas não queremos deixar de ter um “input” alargado de pessoas que não tendo responsabilidade de decidir, têm a clara percepção do que é feito na sua organização. Obrigado pela vossa ajuda: http://bit.ly/MBUtalent

Muito obrigado pela ajuda e pela vossa sempre muito interessante, e às vezes surpreendente participação.

Um obrigado especial ao João Pico pela produção do video e ao The Club pela crítica construtiva.

Se quiserem e  puderem partilhar o link directamente para o questionário, agradeço: http://bit.ly/MBUtalent

Ricardo Andorinho