ricardo andorinho

WorldWide

Welcome, if you enjoy these posts please consider staying updated via RSS Feed.

Eli Goldratt - TOC

Posted May 13th, 2009 by admin | 2 Comments

Share and Enjoy:
  • Digg
  • Sphinn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google
  • LinkedIn
  • Blogosphere News
  • Netvibes
  • TwitThis
  • Technorati
  • Print this article!
  • Live
  • E-mail this story to a friend!
  • Reddit

Empreender individualmente - “The way out”

Posted May 13th, 2009 by admin | No Comments

Continuo sem conseguir identificar uma crise… Só consigo identificar o que sempre identifiquei: uma tremenda falta de informação de todos aqueles que tomam decisões de consumo e de investimento e que hoje se arrependem, independetemente da área de actuação a que estas digam respeito.

Antes de continuar e de me centrar somente em aspectos positivos gostava de deixar claro que depois dos anos 80, e em relação ao mercado imobiliário, comprar casa, não significava comprar casa, mas sim comprar uma hipoteca. Arrisco a dizer que uma percentagem elevada de todos os que consumiram este produto financeiro ou não leu o cotrato, não sabe o que é efectivamente uma hipoteca, ou cedeu a uma vontade pessoal sem medir o risco que essa decisão poderia ter no futuro.
A suposta situação actual dos Bancos é consequência da sua má gestão.

Há cerca de 3 anos ouvi na rádio o Presidente da República Portuguesa, Jorge Sampaio, reclamar o apoio das instituições financeiras portuguesas na situação social do país. Fiquei atónito. Não entendia qual o sentido de tal pedido. Os Bancos não são instituições que se preocupem com o bem estar social. Nunca o foram e nunca o serão, pelo simples facto de que a sua actividade é vender dinheiro.

Considero que os tempos que vivemos são óptimos para o arranque de novas empresas e negócios. Na base desta opinião está a obrigatoriedade de encontrar soluções pessoais para problemas individuais e familiares. Existem já inúmeros negócios familiares que arrancam como resposta a situações laborais precárias, normalmente por conta de outrem. Considero também que as soluções estão nos individuos, não nas instituições. Em Portugal e em Espanha, países que conheço melhor, existe o entendimento generalizado que são os governos em primeira instância e os empregadores em segunda os máximos responsáveis pela vida sócio-económica dos cidadãos. Discordo em absoluto desta análise e defendo que os máximos responsáveis são os próprios individuos. O negativismo associado a frustrações profissionais individuais causa muitas vezes relações laborais pouco eficientes e duradouras ou a desconfiança da relação é claramente observada.

Por estas razões, penso que a melhor solução social para o momento em que vivemos passa por olharmos para dentro, entender onde podemos adicionar valor, e empreender. Relativamente a este assunto, espero que ainda no primeiro semestre deste ano consiga lançar um livro sobre gestão de empresas e desenvovimento pessoal.

Abraços
MBUintelligence

Share and Enjoy:
  • Digg
  • Sphinn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google
  • LinkedIn
  • Blogosphere News
  • Netvibes
  • TwitThis
  • Technorati
  • Print this article!
  • Live
  • E-mail this story to a friend!
  • Reddit

LinkedIn - Uma importante porta para o mundo dos Negócios

Posted May 13th, 2009 by admin | No Comments

Share and Enjoy:
  • Digg
  • Sphinn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google
  • LinkedIn
  • Blogosphere News
  • Netvibes
  • TwitThis
  • Technorati
  • Print this article!
  • Live
  • E-mail this story to a friend!
  • Reddit

Mercados financeiros. O pior alerta possível para a sociedade contemporânea.

Posted May 13th, 2009 by admin | No Comments

Desde há anos que os melhores especialistas em finanças e mercados financeiros vêm alertando para o facto daquilo que estamos a viver a nível mundial. Uma crise de liquidez e de confiança, multi-sectorial e de difícil recuperação.

O problema? Avaliação de activos.
Se analizarmos com detalhe o comportamento das bolsas a nível mundial podemos afirmar que quaisquer posições, curtas ou longas, são sempre especulativas. Porquê? Porque ninguém investe para perder. Este pressuposto, independentemente da operação subjacente (compra de acções, swaps, fundos de risco, etc) e do grau de risco associado permite entender que nenhuma empresa ou negócio, pode valer em determinado dia x e uma semana mais tarde metade de x. Em economia real isto não pode ser verdade. Não houve alterações dentro da empresa ou sua envolvente que justifiquem esta perda de valor. Claro está que esta análise é verdadeira para o inverso. As bolsas de valores, numa primeira perspectiva, foram criadas como uma fonte de financiamento para as empresas. Este facto, hoje, parece estar esquecido. Ok. Qual é o problema então? O problema é que o mercado que emerge do funcionamento das bolsas, nos nossos dias, nada tem a ver com a empresa real que está cotada. A avaliação que o mercado faz do preço neste perigoso mercado aberto não é sustentável em nenhum dos casos e a prová-lo está a situação limite a que chegámos. Um problema, dois problemas, milhares de problemas. O efeito bola de neve tem nesta crise financeira aspectos muito prácticos que podemos analizar. São as hipotecas a particulares que servem de detonador que fazem rebentar a super bolha, pois é o produto bancário que tem maior alavanca financeira. O risco de crédito para produtos financeiros com prazos longos é sempre superior independentemente das outras variáveis que estudemos. Foi a crise da construção (a oferta de habitação nova chegou a quadriplicar a procura em muitos países) e a falta de ética de construtores e promotores, ajudados por uma “luta” entre bancos na concessão de crédito à habitação que nos colocou aqui. Esta crise será como outras (1929, dot.com, etc), mas também me parece que a recuperação desta, será muito mais lenta e complicada.
Os governos têm responsabilidades directas neste tema e comprar bancos para solucionar problemas é ridículo. Se o problema são os depósitos a clientes, que se segurem esses créditos pelos bancos centrais de cada país. Comprar bancos que tomaram más decisões de gestão faz dos governos suportes dessa má gestão e de pessoas que fizeram mal o seu trabalho.

MBUintelligence

Share and Enjoy:
  • Digg
  • Sphinn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google
  • LinkedIn
  • Blogosphere News
  • Netvibes
  • TwitThis
  • Technorati
  • Print this article!
  • Live
  • E-mail this story to a friend!
  • Reddit

Posted in category: Uncategorized | Tags:

Luta pela família como principal agente económico

Posted April 24th, 2009 by admin | No Comments

A propaganda ao consumo – um nevoeiro irreversível

A liberalização dos mercados provocou alterações profundas e apresenta sinais de grande preocupação nas sociedades contemporâneas. Se nos centrarmos nas famílias como motor económico de qualquer estado podemos constatar que algo se passa com a gestão dos orçamentos domésticos, decisões de consumo e equilíbrio de necessidades. Problemas estes, muitas vezes “encapuçados” por uma indústria que move milhões: a da “propaganda empresarial”.

A evolução dos mercados de capitais e das formas de pagamento, os prazos de financiamento, a tipologia de novas formas de crédito ou o consumo de produtos financeiros que o subscritor não conhece na realidade o seu comportamento são factores que ajudam ao cocktail “explosivo”. O endividamento das famílias e a falta de consciência na eleição das necessidades do agregado são, não poucas vezes, as causas para a própria dissolução deste agente económico – supostamente o motor da economia. Somos obrigados a repensar o modelo que defendemos. O peso da despesa em alimentação e bebidas não alcoólicas no total de despesa do agregado familiar diminuiu 8% entre 89 e 95 e 2% entre 95 e 2000. Que factores levam a que um dos dois itens de que depende a vida (a par das despesas em saúde) perca importância relativamente às decisões de consumo?

Este caminho pode acabar num estado de pobreza preocupante. Ao concordarmos em aspectos tão importantes como a liberalização dos mercados, não podemos estar indiferentes à forma escolhida, e ao modelo adoptado, com a concordância de governos e estados que cedem ao lucro em todos os casos, esquecendo a responsabilidade social de cada acto, o lançamento de um novo produto, a concessão de um novo crédito para pagar o anterior, o financiamento para um carro novo enquanto o cidadão deve dinheiro a 3 entidades diferentes. O impacte na sociedade nunca é equacionado e a responsabilidade do seu consumo pertence ao indivíduo. O processo de decisão de compra é conhecido e muito bem estudado pelos profissionais do mercado, desde a visualização/percepção do produto/serviço até à sua escolha, eleição e consumo por parte do cliente. Existe know-how que possibilita a transferência do objectivo das empresas para a inconsciência dos elos mais desorganizados e heterogéneos do circuito: os indivíduos.

Desresponsabilizamos tudo e todos e não conseguimos olhar com isenção para o que se passa à nossa volta. E o que se passa à nossa volta é avassalador! É impossível ser insensível a campanhas publicitárias de grande qualidade e gosto, nas quais são gastos, muitos e muitos euros e manter, depois de algum tempo (a vê-las, ouvi-las e quase “comê-las”), a hierarquia das prioridades de consumo intacta. A sociedade deixou-se seduzir pela imagem que vai moldando o consumo segundo os critérios de cada produto posto à venda por cada empresa e nunca segundo as necessidades dos consumidores. Nunca esqueçamos que quem tem a necessidade de vender são as empresas porque têm o objectivo de gerar lucro. Por esta razão e através de técnicas de marketing e de força de vendas transferem essa necessidade para uma quantidade grande de potenciais clientes. Se pensarmos bem no número de produtos que compramos e na realidade viveríamos perfeitamente bem sem os ter, ficaríamos surpreendidos. Mesmo em famílias de rendimentos muito limitados. Encontramos muitas vezes situações em que quanto mais baixo é o rendimento mais incrível é o cabaz que encontramos! Não depende do nível de rendimento se não da permeabilidade do cérebro de cada indivíduo relativamente a este processo inconsciente. No limite entramos na FNAC ou numa área comercial que nos interesse minimamente e compraríamos em cada área 3 ou 4 produtos… facilmente. Já é hora de olharmos com olhos de ver para este problema e descontarmos com a brevidade possível o que nos espera. O sistema bancário é um bom indicador. Veja-se a evolução do número de créditos concedidos, ou a as condições oferecidas na venda de dinheiro – o risco para a instituição financeira aumentou e as condições degradaram-se. A recente crise neste sector já fez encerrar algumas destas instituições e coloca em xeque estados considerados fortes, como é o caso da crise financeira instalada na Alemanha.

Parece-me que continuamos sem ter a real dimensão deste grave problema, mas esta é só uma opinião.

MBUintelligence
(escrito em 2006)

Share and Enjoy:
  • Digg
  • Sphinn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google
  • LinkedIn
  • Blogosphere News
  • Netvibes
  • TwitThis
  • Technorati
  • Print this article!
  • Live
  • E-mail this story to a friend!
  • Reddit

Posted in category: Uncategorized | Tags: